Reproduzo abaixo a noticia do site da BCC Brasil :

Cientistas britânicos anunciaram ter criado em laboratório um embrião humano com cargas genéticas de duas mães e um pai.

No experimento, os cientistas da Universidade de Newcastle removeram o núcleo celular do embrião e o implantaram em um óvulo de uma outra mulher, com grande parte do material genético também retirado.

O único componente genético remanescente no óvulo doador foi uma pequena quantidade de mitocôndria – uma estrutura da célula responsável pela respiração celular e a produção de energia. Os especialistas acreditam que a descoberta poderia ser uma garantia de que mulheres com doenças mitocondriais não transmitam as enfermidades para a próxima geração.

O embrião começou a se desenvolver normalmente, mas foi destruído seis dias depois. Os especialistas explicam que se o embrião se desenvolvesse teria elementos genéticos de três pessoas, mas a parte do DNA responsável por definir a aparência e outras características do bebê não viria do óvulo doador.

A nova técnica será testada apenas em laboratório e ainda não há previsões para que seja aplicada como tratamento.
E você, o que acha dessa técnica? Ela é ética? Quais podem ser as conseqüências desse tipo de pesquisa?

http://newsforums.bbc.co.uk/ws/thread.jspa?forumID=5341

É claro que a genética pode auxiliar muito as pessoas, o trabalho que este ramo da ciência vem desenvolvendo é fantástico tanto no campo da medicina quanto na alimentação…, mas até onde devemos deixar a ciência ir?

Muitos perguntaram se nos é lícito colocarmos um limite no desenvolvimento de uma ciência, digo porém, parafraseando Jesus, que a ciência foi feita para o homem e não o homem para a ciência, o ser humano deve ser o senhor da ciência, e como ser humano há um Ser superior a quem devemos prestar contas… para isso devemos, não simplesmente sermos dogmáticos e irracionais, mas toda a definição, ou nova criação / invenção ciêntifica deve passar pelo crivo da ética, e nós como cristãos devemos desenvolver uma resposta para a ciência através do desenvolvimento de uma ética cristã forte e bem fundamentada, para que possa “conversar” com as novas ciências e suas pressões sobre a sociedade.