É de estarrecer a passividade do povo brasileiro, mais ainda do evangélico brasileiro.

Que luz estamos sendo? Que sal é esse?

Eu digo: A luz está apagando e o sal insoso, não somos exemplo para quase mais nada, a não ser de reacionismo e moralismo barato. Quantas igrejas ou denominações estão se manifestando, com relação aos demandos dos políticos, da violência? Quantas passeatas para a moralização do congresso? Pela quantidade de marchas pra Jesus, determinando isto e aquilo, as coisas já não deviam estar melhor?? A grande verdade é que o povo evangélico nada mais é do que massa de manobra para alguns lideres inescrupulosos, serve somente para demonstra o poder de grupos e servir como moeda de troca… criou-se novos currais eleitorais, os coronéis dos sertões, foram substituídos pelos coronéis dos púlpitos.

Posso estar sendo duro, mas está é a minha visão, está na hora de uma nova reforma, enquanto há uma mínima esperança de salvação do movimento evangélico, se é que há alguma ainda….

Enquanto nos púlpitos se grita que devemos prosperar, determinar, ou propagar a santidade moralista, a nação está afundando num mar de “lama” ( pra não dizer aquilo que vc está pensando…), a grande maioria da sociedade está jogando a ética no lixo, enquanto assistimos os piratas modernos confortavelmente sentados em suas poltronas nas casas de legislação saqueando a nação.

Assistimos passivamente uma juventude se perder, distribuindo violência gratuita, sem rumo, repetindo em suas vidas vazias tudo aquilo que nossos governantes estão cansados de fazer, e esperando o mesmo tratamento, ou seja a impunidade. No meio deste caos, pergunto : Não devia a igreja ser o profeta dos tempos atuais? Não deveria chamar a nação ao arrependimento ? Não deveria apontar o seu dedo para os desmandos dos governantes, que claramente desafiam e menosprezam a Palavra de Deus? Igreja, quer queira ou não, quer acredite ou não, você será cobrada pela sua posição.